Quando dois é pior do que um, ou: Hurlbert avisou!

Um vento nasceu sobre o Oceano Atlântico. Este vento soprou por cima dos mares e das terras, indo ao norte, em direção à Bahia. Deslocou dunas em Itaúnas, moveu jangadas na RESEX de Canavieiras, derrubou galhos secos na ReBio de Una, e apenas como uma brisa leve chegou a Ilhéus, balançando as folhas das palmeiras. Este vento não era o começo; mas ele era um começo.

E enquanto o vento soprava, eu fazia simulações no meu computador. Em parte inspirado por um post em que Stephen Heard se pergunta se, em trabalhos ecológicos, dois é de fato melhor do que um, resolvi explorar uma situação em que dois pode ser pior do que um. (Código disponível aqui)

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