Quando menos é mais, e quando menos é menos: número de amostras VS esforço amostral

Disclaimer: Pode haver erros conceituais no texto abaixo. Se achar as informações dele relevantes, recomendo estudar por outras fontes também. Agradeço também se apontarem os erros ou imprecisões que encontrarem. 🙂

O que é melhor: colocar mais parcelas ou colocar parcelas maiores? Amostrar mais fragmentos de vegetação ou fazer uma amostragem mais intensa em cada um deles? Fazer medidas rápidas em um grande número de indivíduos ou fazer medidas mais precisas em um grupo menor de indivíduos?

Pensando na questão de replicação, é melhor ter mais amostras independentes. Não vou entrar neste quesito aqui, pois muito já foi escrito a respeito. Recomendo esse texto do Andrew Hendry e referências citadas nele (Se você ainda não leu o trabalho clássico do Hurlbert sobre pseudoréplicas, leia). Vou falar de uma outra questão hoje: quão precisas são as nossas medidas e como isso afeta os nossos resultados.

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Liderança na Academia

Não se ouve falar muito em liderança, ou como ser um bom líder, no meio acadêmico, né?

Vejo mas referências a liderança no contexto empresarial. E acho que devíamos falar mais disso no meio acadêmico também, afinal, assumimos papéis de liderança em várias situações, via de regra sem nenhum treinamento pra isso. E saber liderar (assim como saber seguir) é importante para atingir um objetivo, especialmente pensando em objetivos complexos envolvendo várias pessoas com visões diferenças.

Por liderança não quero dizer fazer pessoas seguir suas ordens ou a sua vontade. É algo mais complexo que isso (e acho que não sei o que exatamente quero dizer com isso rs). Não que eu entenda muito deste assunto, nunca o estudei exceto por uma videoaula três anos atrás.

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